segunda-feira, agosto 23, 2004

Comédias cotidianas

(control C + control V do www.nominimo.com.br)
23.08.2004 | Aos 23 anos, estudante de contabilidade da Universidade do Alasca, o americano [Matthew Emmons] é considerado um prodígio do tiro.

[...]

E chegou o domingo. Ontem foi a vez de disputar a categoria carabina três posições 50 m, em que o atirador realiza disparos deitado, de joelhos e em pé. Emmons começou bem. Muito bem, aliás. Liderou toda a prova e chegou à rodada final com três pontos de vantagem sobre o chinês Jia Zhanbo. Era o virtual vencedor. Nada tiraria o seu ouro.

Nada normal. Porque o que ocorreu então foi surpreendente.

Emmons tinha só mais um tiro. Ele se preparou, tomou posição, disparou. Mas seu alvo continuou intacto. Incólume. Ileso.
Ninguém entendeu nada. "Eu atirei, vocês viram, eu atirei", disse o americano, preocupado, aos três oficiais que foram investigar o que estava se passando.

Foram alguns minutos de confusão. E veio então a constatação da trapalhada: o americano mirou no alvo de um vizinho de competição, o austríaco Christian Planner, então quinto colocado.

Como não acertou seu alvo, Emmons ficou com zero ponto na última rodada. Na soma, terminou a prova em oitavo lugar. Foi o último entre os finalistas.

E o austríaco terminou com o bronze.